Olá amigos,
Como vocês considerariam o seguinte cenário?
As pessoas montam uma empresa e aproveitam a carteira de clientes que já possuíam quando trabalham como funcionários de outra empresa. Todos felizes e satisfeitos com o negócio promissor.
É um cenário até corriqueiro de quem dá uma guinada e parte para o sonhado negócio próprio.
O que muitos não reparam, até porque a maioria dos empreendimentos não dura tantos anos, é o fato da deterioração na comunicação.
É a velha história: Sempre funcionou assim. Quando ocorre algum problema, procuram quem é o responsável.
A lógica cartesiana de buscar bodes espiatórios e justificar com o mínimo esforço.
Quando o negócio atravessa uma década, ou mais, sorte desse empreendedor. Pode parecer que é uma vantagem, um domínio do talento sobre o mercado. Porém, pode gerar arrogância e prepotência.
Há empresas pequenas que mandam email aos colaboradores para buscar e manter a qualidade.
Nada errado nisso e o exemplo é até benéfico. Só não pode ser usado para transferir a responsabilidade.
Se o dono do negócio não sabe executar, a luz vermelha de advertência permanece acesa no mercado, menos na cabeça dele. E nesse ponto, mora o perigo maior. A comunicação não chega a ele (pelo menos os fatos como acontecem realmente, apenas justificativas e relatos elaborados para tirar o de cada um "da reta"). Isso porque foi criado um sistema feudal de vassalagem e suserania, onde um manda e o outro obedece.
As microempresas são lugar de inovação e não de ordens limitadoras. E na prestação de serviço, a criatividade deve dar o tom. Não significa que as normas devem ser eliminadas. Deve haver flexibilidade.
A comunicação nas pequenas empresas corre um grande risco quando as pessoas que trabalham próximas criam hierarquias e engessam o relacionamento, atribuindo resposabilidades exdrúxulas que servem apenas para demarcar território.
Exemplo disso é o uso inadequado do email, que facilita e sustenta um grande mercado, mas que se torna inútil e cria barreiras para empresas que gostam de paredes virtuais.
Pessoas que ocupam a mesma sala ou o mesmo andar, responsáveis diretos por assuntos comuns deixam de compartilhar informações, simplesmente porque na cabeça de cada um, tudo está bem definido e se outro não fizer, azar o dele.
Então, há necessidade de uma análise mais profunda do comportamento de quem coordena (e até manda) na empresa de pequeno porte. A ilusão de que está cumprindo o papel do empreendedor, muitas vezes cega e substitui competências por poder de decisão ou de "criador de relações de dependência", mais adequadas à época do regime militar.
Empresas gigantescas pregam que seus executivos, CEO, CFO, chairman etc devem observar a natureza básica do negócio e dirigir o próprio carro, pegar o lixo e jogar no devido lugar... São coisas simples, mas que são ignoradas pela megalomania de microempresários, que além de sufocar a comunicação, atravanca o trabalho e decreta até que a empresa não crescerá mais, uma obviedade nesse contexto, pois acreditam que está de bom tamanho, que em time que está ganhando não se mexe... e adotam posturas que praticamente impedem o progresso.
O empreendedor deve observar a natureza do seu negócio como organismo vivo e não apenas como fonte de riqueza e status.
Grande abraço!
Japones Baiano do Twitter
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A importância da leitura
Olá amigos,
Descobri a importância da leitura quando folheei pela primeira vez, o jornal Financial Times, aquele jornal inglês com folhas coloridas, a mesma cor do Brasil Econômico.
Esta não é nenhuma tentativa para mostrar uma falsa erudição, nem escrevo isso para fingir humildade, pois como Golda Meir disse, não é preciso ser tão humilde, pois não somos tão grandes assim.
O fato é que a diagramação daquele jornal era muito interessante. Na primeira página, bem antes do Twitter, os textos bem sintetizados e claros, informavam o contexto da notícia. Algumas palavras e o leitor procurava direto a notícia, na página indicada.
Talvez a habilidade de resumir ideias em 140 caracteres, que muitos usam com maestria, esteja relacionada a essa técnica. Como ser persuasivo em poucas palavras? Pois bem, ninguém que fala muito ou escreve muito, consegue ser muito persuasivo. Há discursos que duram mais de uma ou duas horas e única lembrança é a ansiedade de ir embora. Bons oradores falam dez minutos e muitos lembram das palavras durante anos.
Para escrever e falar bem, é preciso ter uma boa base, tanto no vocabulário, quanto nas experiências de vida.
Porém, é preciso cuidado, pois não se deve confundir "quantidade" de livros ou qualquer outro material lido, como base de conhecimento. O aproveitamento do que é lido depende do interesse e capacidade de abstração.
Não gosto muito dessa simplificação, mas é um artifício: a abstração, mas deve haver mais que isso. O que é lido deve gerar emoção e reflexão.
O grande problema é, muitas vezes, a vontade de tirar conclusões sem tentar interpretar o sentido do texto.
É muito comum resumir como "gostei", "não gostei" e diversas outras variações.
No caso de obras conceituadas e livros escritos por mestres como Umberto Eco, a falta de interesse pelo assunto ou familiaridade pode tirar a atenção do leitor, pois são obras densas e a quintessência do pensamento literário.
Todo bom livro cria a chance de reflexão. É comum o desperdício na leitura, quando os meramente críticos destacam pontos que são obscuros só para esse tipo de leitor. Por falta de compreensão do contexto. O livro parece que deve ser autoexplicativo. Muitas vezes sim, mas alguns textos são exclusivos para os iniciados e profundamente curiosos.
Já dizia um escritor, que se o livro não vende, é ruim.
Há vários aspectos e essa "verdade" se aplica na maioria deles. No entanto, livros que exigem conhecimento específico antes da leitura, por mais que tenha uma qualidade e nível de excelência, não vai vender tanto.
O comportamento mais pernicioso de um leitor "em formação" é o desprezo por algo que não conhece. Nem podemos chamar alguém assim de leitor. Não querer aprender e repudiar as ideias, apenas por não tem base para questionar ou debater, é uma lástima inominável.
Para aproveitar a leitura, é preciso querer ir fundo, ter curiosidade, buscar intensidade na leitura. O resultado será uma melhora na habilidade na hora de escrever.
É como um artista no palco: a intensidade e emoção que ele sente em cada trabalho, a vivência mental do conteúdo do script, a memória das experiências e as projeções que realiza ajudam a desenvolver seu trabalho.
A leitura pode funcionar e dar resultados assim também.
Até a próxima.
Descobri a importância da leitura quando folheei pela primeira vez, o jornal Financial Times, aquele jornal inglês com folhas coloridas, a mesma cor do Brasil Econômico.
Esta não é nenhuma tentativa para mostrar uma falsa erudição, nem escrevo isso para fingir humildade, pois como Golda Meir disse, não é preciso ser tão humilde, pois não somos tão grandes assim.
O fato é que a diagramação daquele jornal era muito interessante. Na primeira página, bem antes do Twitter, os textos bem sintetizados e claros, informavam o contexto da notícia. Algumas palavras e o leitor procurava direto a notícia, na página indicada.
Talvez a habilidade de resumir ideias em 140 caracteres, que muitos usam com maestria, esteja relacionada a essa técnica. Como ser persuasivo em poucas palavras? Pois bem, ninguém que fala muito ou escreve muito, consegue ser muito persuasivo. Há discursos que duram mais de uma ou duas horas e única lembrança é a ansiedade de ir embora. Bons oradores falam dez minutos e muitos lembram das palavras durante anos.
Para escrever e falar bem, é preciso ter uma boa base, tanto no vocabulário, quanto nas experiências de vida.
Porém, é preciso cuidado, pois não se deve confundir "quantidade" de livros ou qualquer outro material lido, como base de conhecimento. O aproveitamento do que é lido depende do interesse e capacidade de abstração.
Não gosto muito dessa simplificação, mas é um artifício: a abstração, mas deve haver mais que isso. O que é lido deve gerar emoção e reflexão.
O grande problema é, muitas vezes, a vontade de tirar conclusões sem tentar interpretar o sentido do texto.
É muito comum resumir como "gostei", "não gostei" e diversas outras variações.
No caso de obras conceituadas e livros escritos por mestres como Umberto Eco, a falta de interesse pelo assunto ou familiaridade pode tirar a atenção do leitor, pois são obras densas e a quintessência do pensamento literário.
Todo bom livro cria a chance de reflexão. É comum o desperdício na leitura, quando os meramente críticos destacam pontos que são obscuros só para esse tipo de leitor. Por falta de compreensão do contexto. O livro parece que deve ser autoexplicativo. Muitas vezes sim, mas alguns textos são exclusivos para os iniciados e profundamente curiosos.
Já dizia um escritor, que se o livro não vende, é ruim.
Há vários aspectos e essa "verdade" se aplica na maioria deles. No entanto, livros que exigem conhecimento específico antes da leitura, por mais que tenha uma qualidade e nível de excelência, não vai vender tanto.
O comportamento mais pernicioso de um leitor "em formação" é o desprezo por algo que não conhece. Nem podemos chamar alguém assim de leitor. Não querer aprender e repudiar as ideias, apenas por não tem base para questionar ou debater, é uma lástima inominável.
Para aproveitar a leitura, é preciso querer ir fundo, ter curiosidade, buscar intensidade na leitura. O resultado será uma melhora na habilidade na hora de escrever.
É como um artista no palco: a intensidade e emoção que ele sente em cada trabalho, a vivência mental do conteúdo do script, a memória das experiências e as projeções que realiza ajudam a desenvolver seu trabalho.
A leitura pode funcionar e dar resultados assim também.
Até a próxima.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Pra que mentir...
As pessoas buscam a verdade ou a mentira?
Qual é a necessidade da mentira? E da verdade?
Será que o modo de contar uma verdade, já não cria uma cara de mentira?
Uma verdade mal contada é, sem dúvida, tão danosa quanto uma boa mentira.
Para contar um fato, descrever um acontecimento, as pessoas envolvidas na comunicação devem tomar alguns cuidados, por exemplo, considerar que tudo envolve emoção e será lembrado com o sentimento do momento em que o fato fica conhecido. É preciso tato, sensibilidade na hora de falar e paciência e interesse para ouvir.
A verdade, quando o fato é indesejável, deixa rastro, machuca e marca o sentimento das pessoas.
É bom pensar nisso também.
Um aspecto na comunicação já dá a dica: uma explicação que exige outra explicação é no mínimo, ruim.
Ruim porque falta embasamento. E as mentiras deslavadas são percebidas por esse aspecto, também.
Mesmo sem recorrer à mentira, muitas verdades são piores que as lorotas mais habilmente maquinadas.
É difícil responder a essa simples questão, pois a fantasia, ilusão e desejos insatisfeitos podem mascarar a vontade de saber a verdade.
O que é a verdade?
A verdade é a realidade dos fatos, sem adornos ou metáforas.
É o que simplesmente "é", não o que parece ou que significa.
É a percepção crua, sem julgamento ou necessidade de conclusão.
Pessoas normais julgam e concluem imediatamente ao ver uma cena, fotografia etc.
E as mais ansiosas, já projetam um cenário de preocupação ou efeitos catastróficos, em casos extremos.
Tudo depende do "contexto", que já é passível das mais variadas interpretações. Complicado?
Todo fato gera um comentário. Se for para sacanear alguém então, nem se fala.
Como saber se algum "fato" comentado é verdadeiro?
Para perceber e avaliar o fato (antes de contar a alguém)
Primeiro: Observe o que aconteceu.
Onde, quando e o que aconteceu, como... A causa será conhecida após alguma pesquisa ou investigação e não tire conclusões precipitadas.
Segundo: Não use adjetivos:
Bom, ruim, legal, sensacional, deprimente... etc.
O que é não é a sensação que o fato causa.
Terceiro: Não pondere sobre eventuais consequências ou causas imediatas ou futuras.
O efeito dominó gerado por essas conclusões compromete a veracidade do fato.
O fato em si mesmo, ele próprio, não requer explicação. A descrição deve ser isenta. Isso é extremamente difícil, sem manifestar uma opinião.
Para que a descrição seja fiel, não julgue e nem pule para as conclusões. Pode modificar drasticamente a descrição e afetar o entendimento sobre os acontecimentos. Pessoas que são hábeis na manipulação aproveitam essa chance para pontuar e enfatizar seu ponto de vista.
Existem especialistas que apontam o estudo de ações e comportamentos que denunciam mentiras.
Há diversos detalhes e quem se aprofundar no estudo da detecção de mentiras, poderá explorar muitos aspectos comportamentais lendo livros sobre "sinais" que identificam uma mentira, atitudes comuns em mentirosos etc....
A complexidade de alguns fatos levam a conclusões imediatas, que confundem a cabeça até dos mais sensatos, sem falar na falta de recursos linguísticos de muitas "testemunhas oculares". O efeito de uma verdade, mesmo bem contada, não está imune às mais variadas interpretações. É aí que o perigo se multiplica. As intenções e opiniões fermentam o lado negro de um acontecimento e geram conspirações e eventos paralelos.
Falar a verdade é um bom hábito. Porém, é preciso cuidado para não "opinar" e insistir apenas na sua versão. E as versões podem ser alteradas com poucas mudanças nos relatos, que fatalmente acontecem, e sempre.
Muitas mentiras surgem do medo de decepcionar as pessoas, não necessariamente da necessidade de esconder algum fato. Nesses casos, pequenas distorções "inofensivas" podem gerar conflitos imensos. Isso porque a avaliação do que é positivo ou negativo, em qualquer comentário, principalmente nos mais "sinceros" apresenta uma grande carga emocional que pode transformar um pequeno comentário em uma longa sessão inquisitória...rs
Pois bem, a mentira nunca é conveniente, mas em contrapartida, muitas verdades são convenientes apenas na visão de quem conta essa tal verdade, geralmente tendenciosa e suscetível às mais calorosas emoções.
A verdade que fere, magoa e entristece, é muito perniciosa. Todos merecem saber a verdade, mas é necessário eliminar os sintomas como busca de compensação de algum episódio anterior.
Conviva bem com a verdade e as mentirinhas sempre são detectáveis. Quando não prejudicam, podem ser facilmente explicadas.
Um abraço, sincero... porém, não livre de alguma intenção!
Qual é a necessidade da mentira? E da verdade?
Será que o modo de contar uma verdade, já não cria uma cara de mentira?
Uma verdade mal contada é, sem dúvida, tão danosa quanto uma boa mentira.
Para contar um fato, descrever um acontecimento, as pessoas envolvidas na comunicação devem tomar alguns cuidados, por exemplo, considerar que tudo envolve emoção e será lembrado com o sentimento do momento em que o fato fica conhecido. É preciso tato, sensibilidade na hora de falar e paciência e interesse para ouvir.
A verdade, quando o fato é indesejável, deixa rastro, machuca e marca o sentimento das pessoas.
É bom pensar nisso também.
Um aspecto na comunicação já dá a dica: uma explicação que exige outra explicação é no mínimo, ruim.
Ruim porque falta embasamento. E as mentiras deslavadas são percebidas por esse aspecto, também.
Mesmo sem recorrer à mentira, muitas verdades são piores que as lorotas mais habilmente maquinadas.
É difícil responder a essa simples questão, pois a fantasia, ilusão e desejos insatisfeitos podem mascarar a vontade de saber a verdade.
O que é a verdade?
A verdade é a realidade dos fatos, sem adornos ou metáforas.
É o que simplesmente "é", não o que parece ou que significa.
É a percepção crua, sem julgamento ou necessidade de conclusão.
Pessoas normais julgam e concluem imediatamente ao ver uma cena, fotografia etc.
E as mais ansiosas, já projetam um cenário de preocupação ou efeitos catastróficos, em casos extremos.
Tudo depende do "contexto", que já é passível das mais variadas interpretações. Complicado?
Todo fato gera um comentário. Se for para sacanear alguém então, nem se fala.
Como saber se algum "fato" comentado é verdadeiro?
Tudo depende da confiabilidade da fonte e se você é a testemunha, tome alguns cuidados a mais. Isso porque, você vai narrar esse fato depois.
Esses passos não estão relacionados à sua necessidade de ouvir ou falar sobre o assunto, mas apenas perceber, sem a ação ou reação de qualquer pessoa. Nem a sua, apenas uma "avaliação" fria.
O que é o fato? Ele existe independente da necessidade de ser conhecido.
Para perceber e avaliar o fato (antes de contar a alguém)
Primeiro: Observe o que aconteceu.
Onde, quando e o que aconteceu, como... A causa será conhecida após alguma pesquisa ou investigação e não tire conclusões precipitadas.
Segundo: Não use adjetivos:
Bom, ruim, legal, sensacional, deprimente... etc.
O que é não é a sensação que o fato causa.
Terceiro: Não pondere sobre eventuais consequências ou causas imediatas ou futuras.
O efeito dominó gerado por essas conclusões compromete a veracidade do fato.
O fato em si mesmo, ele próprio, não requer explicação. A descrição deve ser isenta. Isso é extremamente difícil, sem manifestar uma opinião.
Para que a descrição seja fiel, não julgue e nem pule para as conclusões. Pode modificar drasticamente a descrição e afetar o entendimento sobre os acontecimentos. Pessoas que são hábeis na manipulação aproveitam essa chance para pontuar e enfatizar seu ponto de vista.
Existem especialistas que apontam o estudo de ações e comportamentos que denunciam mentiras.
Há diversos detalhes e quem se aprofundar no estudo da detecção de mentiras, poderá explorar muitos aspectos comportamentais lendo livros sobre "sinais" que identificam uma mentira, atitudes comuns em mentirosos etc....
A complexidade de alguns fatos levam a conclusões imediatas, que confundem a cabeça até dos mais sensatos, sem falar na falta de recursos linguísticos de muitas "testemunhas oculares". O efeito de uma verdade, mesmo bem contada, não está imune às mais variadas interpretações. É aí que o perigo se multiplica. As intenções e opiniões fermentam o lado negro de um acontecimento e geram conspirações e eventos paralelos.
Falar a verdade é um bom hábito. Porém, é preciso cuidado para não "opinar" e insistir apenas na sua versão. E as versões podem ser alteradas com poucas mudanças nos relatos, que fatalmente acontecem, e sempre.
Muitas mentiras surgem do medo de decepcionar as pessoas, não necessariamente da necessidade de esconder algum fato. Nesses casos, pequenas distorções "inofensivas" podem gerar conflitos imensos. Isso porque a avaliação do que é positivo ou negativo, em qualquer comentário, principalmente nos mais "sinceros" apresenta uma grande carga emocional que pode transformar um pequeno comentário em uma longa sessão inquisitória...rs
Pois bem, a mentira nunca é conveniente, mas em contrapartida, muitas verdades são convenientes apenas na visão de quem conta essa tal verdade, geralmente tendenciosa e suscetível às mais calorosas emoções.
A verdade que fere, magoa e entristece, é muito perniciosa. Todos merecem saber a verdade, mas é necessário eliminar os sintomas como busca de compensação de algum episódio anterior.
Conviva bem com a verdade e as mentirinhas sempre são detectáveis. Quando não prejudicam, podem ser facilmente explicadas.
Um abraço, sincero... porém, não livre de alguma intenção!
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